O que Tabaporã compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Tabaporã compraram US$ 1,33 milhão de outros países. É 55% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 2,93 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 72 cidades de Mato Grosso que importaram, Tabaporã ficou em 35º lugar. No Brasil, em 1.220º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Outros veículos aéreos; veículos espaciais e seus veículos de…2 toneladasUS$ 1,33 milhão100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1Estados UnidosUS$ 1,33 milhão100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2022US$ 3,52 milhões
- 2024US$ 1,03 milhão
- 2025US$ 2,93 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 1,33 milhão
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Tabaporã
Quanto Tabaporã importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Tabaporã (MT) compraram US$ 1,33 milhão de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Tabaporã mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Outros veículos aéreos; veículos espaciais e seus veículos de… (100%).
De quais países Tabaporã mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Estados Unidos (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.